I'm off again in my World.

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Losing

Só queria saber o que se passa na cabeça dos outros.Talvez eu sofresse menos e as coisas seriam menos complicadas. 
Talvez eu perca, por querer ajeitar coisas que não são ajustáveis… ou até mesmo coisas que não voltam mais.
Eu só queria voltar a ser o que era, sabe? a cumplicidade, sem esconder nada, sentimentos ou vontades, de estar sempre perto sem se tornar grudento, ou de só estar do lado.
Enfim,as vezes é melhor se desprender do que lutar com algo que não seja o que ambos queiram… as vezes é melhor esperar que o outro decida parar de te fazer sofrer.
 
Apostar na parte bacana do TAL do “amor”…  

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O medo de ter que passar tudo de novo me deixa fria. Me faz agir como se não estivesse me importando, quando na verdade, até os pequenos detalhes me incomodam…
Não ter cobranças, confiar, fingir como se não se importasse com as atitudes se torna um jeito de montar a armadura de ”tá tudo bem”, para se um futuro próximo as coisas acabarem(o que eu sempre fico preparada pra acontecer), não sentir a dó das pessoas sobre mim,e muito menos ouvir o bom e velho “eu te avisei”. 

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Quando é necessário expor

Parece que a história está sempre se repetindo.
Parace que eu nunca irei aprender com meus erros.
Aquela mesmo história de ser compreensiva com a vontade e sentimentos de todos.
Mas agora paro e me pergunto… Será que pensam em como eu me sinto, ou me sentiria? Será que os outros pensam como eu e irão me compreender?

Tenho que entender que é tudo uma questão de padrão. Eu já sabia, sempre soube, desde o começo, e mesmo assim, achei que conseguiria.

Eu preciso pensar em mim. Em como eu vou ficar, como estou, como estava.
Aprender com o tempo é difícil quando ainda se tem alguma esperança. 

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John Mayer
Slow Dancing In A Burning Room

“Don’t you think we should have learned somehow?”

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Por mais que você saiba que nao é certo, sempre tem aquela esperança de que dessa vez possa ser diferente.

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“Tinha acabado de saber que havia entrado na banda. Era algo grande pra mim, me mudar para Londres, pra essa casa com esses caras. Na semana depois que eu fui embora, meu pai foi embora. Tinha um bilhete na mesa da cozinha apenas dizendo que ele estava cheio de tudo. Não consigo explicar como me senti. Pensei que ele era um covarde e que nos traiu. Senti como se minha infância tivesse ido embora e estava completamente em choque. A melhor coisa pra mim foi ter ido pra longe. Em partes porque eu precisava, em partes porque eu era o único homem na casa com uma mãe e uma irmã mais nova, era meu dever me colocar em uma posição onde eu pudesse tomar conta delas. Em relação ao meu pai, nunca mais vi ele. A grande coisa pra mim foi que isso me fez querer ser um homem melhor. Eu tinha 15 anos na época, só uma criança. Os garotos na minha banda se tornaram meus exemplos masculinos. O Harry me ensinou a barbear, o Tom me levou para abrir minha primeira conta no banco, me mostrou como usar um cartão de caixa eletrônico e o Danny, a encarar a vida sempre com alegria e ter a responsabilidade de lidar com a familia. Eles sempre vão ser aqueles com quem posso contar.
                                                        Dougie Poynter

“Tinha acabado de saber que havia entrado na banda. Era algo grande pra mim, me mudar para Londres, pra essa casa com esses caras. Na semana depois que eu fui embora, meu pai foi embora. Tinha um bilhete na mesa da cozinha apenas dizendo que ele estava cheio de tudo. Não consigo explicar como me senti. Pensei que ele era um covarde e que nos traiu. Senti como se minha infância tivesse ido embora e estava completamente em choque. A melhor coisa pra mim foi ter ido pra longe. Em partes porque eu precisava, em partes porque eu era o único homem na casa com uma mãe e uma irmã mais nova, era meu dever me colocar em uma posição onde eu pudesse tomar conta delas. Em relação ao meu pai, nunca mais vi ele. A grande coisa pra mim foi que isso me fez querer ser um homem melhor. Eu tinha 15 anos na época, só uma criança. Os garotos na minha banda se tornaram meus exemplos masculinos. O Harry me ensinou a barbear, o Tom me levou para abrir minha primeira conta no banco, me mostrou como usar um cartão de caixa eletrônico e o Danny, a encarar a vida sempre com alegria e ter a responsabilidade de lidar com a familia. Eles sempre vão ser aqueles com quem posso contar.


                                                        Dougie Poynter

(via j-o-n-e-s)