Só queria saber o que se passa na cabeça dos outros.Talvez eu sofresse menos e as coisas seriam menos complicadas.
Talvez eu perca, por querer ajeitar coisas que não são ajustáveis… ou até mesmo coisas que não voltam mais.
Eu só queria voltar a ser o que era, sabe? a cumplicidade, sem esconder nada, sentimentos ou vontades, de estar sempre perto sem se tornar grudento, ou de só estar do lado.
Enfim,as vezes é melhor se desprender do que lutar com algo que não seja o que ambos queiram… as vezes é melhor esperar que o outro decida parar de te fazer sofrer.
Apostar na parte bacana do TAL do “amor”…
O medo de ter que passar tudo de novo me deixa fria. Me faz agir como se não estivesse me importando, quando na verdade, até os pequenos detalhes me incomodam…
Não ter cobranças, confiar, fingir como se não se importasse com as atitudes se torna um jeito de montar a armadura de ”tá tudo bem”, para se um futuro próximo as coisas acabarem(o que eu sempre fico preparada pra acontecer), não sentir a dó das pessoas sobre mim,e muito menos ouvir o bom e velho “eu te avisei”.
Parece que a história está sempre se repetindo.
Parace que eu nunca irei aprender com meus erros.
Aquela mesmo história de ser compreensiva com a vontade e sentimentos de todos.
Mas agora paro e me pergunto… Será que pensam em como eu me sinto, ou me sentiria? Será que os outros pensam como eu e irão me compreender?
Tenho que entender que é tudo uma questão de padrão. Eu já sabia, sempre soube, desde o começo, e mesmo assim, achei que conseguiria.
Eu preciso pensar em mim. Em como eu vou ficar, como estou, como estava.
Aprender com o tempo é difícil quando ainda se tem alguma esperança.
“Don’t you think we should have learned somehow?”